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Trabalhar sem parar pode parecer heroico, mas é uma armadilha biológica. Pequenos intervalos estratégicos são o combustível secreto para manter o foco afiado e evitar que sua mente entre em modo de economia de energia no meio do expediente.
Assim como a bateria do celular, o córtex pré-frontal, responsável pelo foco e vontade se esgota. Esse fenômeno, chamado de “fadiga de decisão”, explica por que tarefas simples se tornam impossíveis no fim do dia.
Insistir no trabalho quando o cansaço bate leva ao “presenteísmo”: seu corpo está na cadeira, mas o cérebro já saiu. O resultado prático é o aumento de erros bobos e aquela sensação de ler o mesmo e-mail três vezes sem entender nada.
Estudos mostram que o cérebro não desliga nas pausas; ele apenas muda a chavinha para reorganizar informações. Pesquisas indicam que intervalos curtos e frequentes restauram a capacidade cognitiva muito mais rápido do que uma única pausa longa.
Não é preciso tirar férias para descansar. O método Pomodoro, que alterna 25 minutos de foco com 5 de descanso, ou microintervalos para beber água, já são suficientes para “reiniciar” o sistema e manter o ritmo constante.
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Com certeza. Uma mente descansada resolve em dez minutos o que uma mente exausta levaria uma hora para processar. As pausas não são tempo perdido, mas sim um investimento inteligente na qualidade da sua entrega e na sua saúde mental.
Experimente parar um pouquinho agora mesmo. Incorporar esses respiros na rotina transforma o dia a dia, tornando o trabalho mais leve e muito mais eficiente.
O post Estudos mostram que parar por alguns minutos pode turbinar seu desempenho apareceu primeiro em Olhar Digital.
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