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Imagine carregar seu smartphone completamente em apenas 12 minutos, o tempo de tomar um café rápido. Essa realidade está cada vez mais próxima graças ao desenvolvimento de novas tecnologias que superam as limitações químicas das baterias atuais.
De acordo com um estudo realizado pelo Samsung Advanced Institute of Technology, a aplicação de uma “esfera de grafeno” permite que a energia flua de maneira muito mais eficiente entre os componentes internos da bateria.
Pesquisadores sintetizaram o grafeno em um formato de “pipoca” tridimensional, ideal para revestir eletrodos.
O material permite uma velocidade de carregamento cinco vezes superior aos padrões de íons de lítio.
A bateria mantém a temperatura estável em 60°C, garantindo segurança e longevidade ao aparelho.
Atualmente, as baterias de íons de lítio enfrentam um gargalo físico: quanto mais rápido elas carregam, mais calor geram e mais rápido se desgastam. O grafeno, sendo um excelente condutor térmico e elétrico, resolve esses problemas simultaneamente.
Para entender o salto tecnológico, é importante observar como o grafeno se comporta em relação ao que utilizamos hoje em nossos dispositivos móveis.
Com essa tecnologia, o hábito de deixar o celular carregando durante a noite toda pode se tornar obsoleto. Além da conveniência de ganhar horas de uso com poucos minutos na tomada, a segurança aumenta drasticamente, diminuindo riscos de superaquecimento.
Essa inovação não beneficia apenas os celulares. A indústria automotiva aguarda ansiosamente por soluções assim, que permitiriam carregar um veículo elétrico no mesmo tempo que se gasta para abastecer um carro a combustão, removendo uma das maiores barreiras para a adoção de transportes sustentáveis.
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O post Como funciona a bateria de grafeno e por que ela pode revolucionar os celulares apareceu primeiro em Olhar Digital.
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